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Armour? Power? Looks de walk-on marcam momento fashion em Wimbledon

Osaka e compatriotas exibem looks de passarela antes das partidas em Wimbledon, impulsionando branding e debate sobre impacto na performance

Naomi Osaka on Court 1 at Wimbledon on Friday before her match against Australia's Daria Kasatkina.
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  • Naomi Osaka abriu Wimbledon usando figurino de alta-costura para a passagem ao tribunal, criado por Hana Yagi e inspirado em vestuário cerimonial japonês e em Kill Bill, mantendo o código all‑white.
  • Além de Osaka, Frances Tiafoe abriu o jogo ao tirar as calças para revelar as bermudas por baixo, destacando o momento como parte da apresentação ao adversário.
  • Outras jogadoras também participaram dos looks de entrada, como Coco Gauff, com parceria de marcas; Jannik Sinner e Serena Williams exibiram peças chamativas de Nike.
  • A jogadora estreou colab com New Balance e Miu Miu, reforçando a tendência de combinar moda e patrocínio na preparação para a partida.
  • Especialistas dizem que esses outfits podem influenciar a confiança e a percepção do oponente, além de fortalecer a imagem de marca dos atletas.

Naomi Osaka abriu a Wimbledon desta semana usando um look de alta-costura inspirado em trajes cerimoniais japoneses, com franjas, volumes e mangas alongadas. O conjunto foi desenhado por Hana Yagi e cumpriu o código all-white, tendo chegado a ganhar espaço na imprensa de moda antes de aparecer na quadra.

Outros jogadores também exploraram a estética para a entrada em cena. Frances Tiafoe realizou uma leitura performativa ao retirar as calças para revelar as shorts por baixo, exibindo um momento teatral antes de sua segunda rodada. Esses gestos ocorrem pouco antes do apito inicial, como parte da apresentação ao adversário.

Os looks de entrada podem gerar impacto visual na disputa, segundo analistas ouvidos pela reportagem. A ideia é transmitir energia, confiança e personalidade, além de fortalecer a imagem de marca associada ao atleta.

Em contraste, Coco Gauff optou por uma colaboração de grife e marca esportiva, exibindo uma linha de roupas assinadas pela parceria entre New Balance e Miu Miu. A peça serviu tanto como apresentação de patrocínio quanto de estilo, sem desviar do foco no jogo.

Do lado dos efeitos práticos, especialistas ressaltam que o vestuário pode influenciar a autoconfiança do atleta antes da partida. No entanto, a jogadora Coco Gauff afirmou que o foco está no desempenho técnico durante o encontro, não apenas na aparência.

Entre os atletas que adotaram peças mais sóbrias, Taylor Fritz apareceu em traje integral branco após ser aconselhado pela patrocinadora Boss. Ele disse que a opção gerou menos risco de distração durante o confronto, destacando a importância de manter o foco no jogo.

A cobertura da semana também mostra como o uso de moda na entrada em quadra se tornou uma oportunidade de branding para esportistas. Expansões de carreira fora das quadras, com contratos de imagem e parcerias, ganharam destaque à parte da performance esportiva.

Em vistas de especialistas, o fenômeno serve como ferramenta de comunicação sobre quem são os jogadores, além de potencializar a conexão com fãs. A tendência é que novas gerações passem a mirar esse equilíbrio entre estilo e competição.

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