- Em participação no Charla Podcast, Galvão Bueno disse que, de vez em quando, ainda fala com Ayrton Senna.
- O narrador afirmou que Senna era mais que um ídolo: era como um irmão e amigo próximo.
- Entre as lembranças, ele contou que Senna colocou três cadeados na calça dele antes de embarcar e citou pegadinhas com Gerhard Berger nos tempos de McLaren.
- Galvão destacou a generosidade de Senna, que ajudava causas beneficentes, como a reforma de um hospital infantil de câncer em São Paulo, sem divulgar.
- O narrador disse que Senna e Pelé eram dois “deuses” do esporte e expressou gratidão por ter acompanhado as trajetórias dos dois.
Galvão Bueno participou do Charla Podcast e relembrou a forte relação com Ayrton Senna, descrevendo o piloto como um irmão, não apenas como ídolo. Ao falar sobre o falecido tricampeão, o narrador destacou a presença constante de Senna em sua vida.
O narrador contou episódios inusitados vividos com o piloto, inclusive brincadeiras fora das pistas. Um deles envolveu três cadeados colocados na calça de Galvão antes de um embarque, além de pegadinhas com Gerhard Berger durante a era McLaren, como uma montagem no passaporte de Senna.
Além das histórias, o relato ressaltou a natureza generosa de Senna, que promovia ações de caridade, como a reforma completa de um hospital infantil em São Paulo, sem buscar reconhecimento público na época.
Legado compartilhado com Pelé
Galvão reforçou a importância de Senna ao lado de Pelé, dizendo que ambos elevaram o esporte a um patamar de lenda mundial. O narrador afirmou sentir gratidão por ter acompanhado de perto as trajetórias dessas duas figuras históricas, consideradas grandes referências do esporte.
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