- Subir ao pódio e abrir champanhe virou ritual consagrado no MotoGP e no automobilismo, em especial em corrida de grande público.
- A prática não nasceu no motociclismo; antes, vencedores recebiam apenas uma garrafa para brinde discreto.
- Em 1950, o argentino Juan Manuel Fangio ganhou uma garrafa de Moët & Chandon após vencer o Grand Prix da França, em Reims.
- A tradição ganhou impulso após um acidente com champagne em Le Mans, durante as 24 Horas de Le Mans de 1966, que consolidou o banho de champanhe como imagem marcante do esporte.
- Hoje, o ritual é revisitado em diversas provas, incluindo o MotoGP, com a festa repetida por equipes e pilotos em diferentes circuitos.
Há quase seis décadas, uma garrafa de champanhe estourou no pódio após uma vitória. A cena, que hoje parece trivial, nasceu por acaso e transformou-se em ritual universal do automobilismo, repetido por pilotos de várias categorias.
A origem remonta às corridas de resistência e aos improvisos da época. Em Le Mans, uma celebração que começou com um brinde evoluiu para um espetáculo com garrafas agitando rivais, equipes e fãs ao redor do pódio.
Antes do banho de champanhe, os brindes eram discretos. Em 1950, o argentino Juan Manuel Fangio recebeu uma grande garrafa após vencer o Grande Prêmio da França, em Reims, para apenas brindar.
O primeiro incidente marcante ocorreu em Le Mans, em 1966, quando um estouro de garrafa ganhou contornos dramáticos. A partir de então, o champanhe passou a ser parte inseparável das celebrações de vitoriosos.
Hoje, a prática se espalhou pelo automobilismo mundial e também pelo MotoGP. Em cada prova, o vencedor segura a garrafa, celebra com a equipe e, frequentemente, provoca o molho de água de seus concorrentes.
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