O Fluminense decidiu não aceitar a proposta do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por John Kennedy, que manifestou o desejo de permanecer no clube. A oferta, avaliada em 9 milhões de euros, incluía 6 milhões de euros fixos e 3 milhões de euros em bônus. A decisão foi tomada após uma conversa entre o atacante e a diretoria, logo após a vitória do Tricolor sobre o América de Cali, na Colômbia.
A diretoria do Fluminense deixou claro que não tinha a intenção de negociar o jogador, especialmente considerando que apenas 60% dos direitos econômicos pertencem ao clube, enquanto 40% são do Social, de Minas Gerais. A venda do atleta exigiria que o Fluminense buscasse uma reposição, o que complicaria a situação.
John Kennedy, que retornou ao Fluminense após um empréstimo ao Pachuca, teve um desempenho notável no México, marcando nove gols em 12 partidas. No entanto, desde seu retorno, ele não conseguiu repetir o mesmo nível de atuação, participando de três jogos, sendo apenas um como titular, sem marcar gols.
Retorno ao Fluminense
O atacante, revelado em Xerém, já havia sido emprestado anteriormente e retornou ao clube em um momento crucial, tendo sido decisivo na conquista da Conmebol Libertadores em 2023. A permanência de Kennedy no Fluminense reflete não apenas sua vontade, mas também a estratégia do clube em manter um jogador com potencial, mesmo em meio a um desempenho abaixo do esperado.
A situação do jogador e a recusa da proposta do Shakhtar Donetsk indicam que o Fluminense está focado em construir um elenco forte, priorizando a continuidade de atletas que têm identificação com a torcida e potencial para brilhar em competições futuras.
Entre na conversa da comunidade