O FC Barcelona firmou um acordo de patrocínio com a República Democrática do Congo, que garante 11 milhões de euros anuais por quatro anos, totalizando 44 milhões de euros. O anúncio foi feito em 30 de julho e já está refletido nas camisetas de treinamento dos jogadores, que exibem o lema “RD Congo – Coeur de Afrique”.
A parceria é vista como crucial para o clube, pois ajudou a liberar espaço salarial para as contratações de novos jogadores, como Joan García e Marcus Rashford. A publicidade do Congo também está presente nas camisetas de outras seções profissionais do Barcelona.
Entretanto, o acordo gerou controvérsias. Benjamin Dousa, ministro sueco para Cooperação e Desenvolvimento, criticou a alocação de recursos, afirmando que a ajuda ao Congo deve ser direcionada a necessidades básicas, como alimentos e vacinas. Ele destacou que nenhum centavo da ajuda sueca deveria ser utilizado para um acordo com o Barcelona.
Além disso, o movimento de oposição ao regime congoleño, conhecido como Lucha, organizou protestos em Kinshasa, em frente ao Ministério de Esportes, manifestando sua desaprovação ao patrocínio. As críticas refletem a preocupação com a situação socioeconômica do país, onde 73% da população vive na pobreza.
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