O ex-atacante do Fluminense, Roni, teve seu caso arquivado pelo Ministério Público após cinco anos de investigações relacionadas à “Operação Episkiros”. A decisão, divulgada no início de setembro de 2025, confirmou que não foram encontradas evidências de crimes tributários ou manipulação de borderôs.
A investigação começou em 2019, quando Roni foi preso durante um jogo no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A operação, que mobilizou cerca de 150 policiais, também resultou na detenção de outras figuras importantes, incluindo o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal. O Ministério Público investigou suspeitas de fraudes fiscais, mas a Receita Federal não identificou débitos tributários.
Roni, que teve uma carreira destacada no futebol, com passagens por clubes como Flamengo e Atlético-MG, expressou alívio com o arquivamento do caso. Em entrevista, ele afirmou: “Estou muito bem, conseguimos superar todos os percalços”. O ex-jogador enfrentou dificuldades em sua vida profissional e pessoal durante o processo, que se estendeu por conta da pandemia e de questões judiciais.
O arquivamento foi solicitado pelo promotor Fernando Agusto Martins Cuoco, que concluiu que não havia provas suficientes para sustentar as acusações. Com a decisão, Roni busca retomar sua carreira e seus negócios, encerrando um período conturbado que impactou sua imagem. Ele também mencionou que todos os equipamentos apreendidos durante a operação já foram devolvidos.
Atualmente, Roni, de 48 anos, se dedica a sua empresa, “Roni 7”, que organiza jogos e eventos esportivos, além de atuar no agenciamento de atletas.
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