Rubens Barrichello, aos 53 anos, continua a brilhar no automobilismo brasileiro. Recentemente, ele conquistou o título da Nascar Brasil, consolidando sua trajetória de sucesso que inclui passagens pela Fórmula 1 e Stock Car. O ex-piloto da Ferrari expressou entusiasmo pelo início de Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e compartilhou detalhes sobre sua rotina e a relação com seus filhos, que também seguem carreira nas corridas.
Barrichello, que começou na Fórmula 1 em 1993 e venceu duas vezes a Stock Car, revelou que sua motivação vem do desejo de se manter ativo e da paixão por ver seus filhos, Eduardo e Fernando, competindo. Ele enfatiza a importância de uma rotina saudável, que inclui exercícios físicos e uma boa qualidade de sono. “Nunca me permito envelhecer”, afirmou, destacando que a adaptação às novas condições de corrida é essencial.
Mudanças e Adaptações
O piloto comentou sobre as diferenças entre a Stock Car e a Nascar Brasil, onde estreou neste ano. Para ele, a Nascar exige uma adaptação rápida, especialmente por seu estilo de condução que lembra o de um kart. Barrichello também mencionou a importância de entender a dinâmica das corridas, onde a estratégia de vácuo pode ser decisiva.
A relação com seus filhos é uma prioridade. Eduardo compete no Mundial de Endurance e Fernando na Fórmula 3. Barrichello se dedica a acompanhá-los, mesmo que isso signifique ajustar sua rotina de sono para atender aos horários das corridas. “Durmo muito menos. Mas sou um aficionado pelos moleques”, disse, ressaltando a conexão familiar.
Olhando para o Futuro
Sobre Gabriel Bortoleto, Barrichello acredita que o jovem piloto está se destacando na Fórmula 1. Ele observa as corridas sempre que pode e destaca a importância de manter os pés no chão em meio às expectativas. “O Brasil é muito mal-acostumado, há muita expectativa”, comentou, desejando que Bortoleto tenha sabedoria para evoluir.
Por fim, Barrichello se referiu ao momento de Lewis Hamilton na Ferrari, afirmando que a pressão sobre o piloto é imensa. “Guiar para a Ferrari é a maior pressão que você pode sentir”, concluiu, refletindo sobre os desafios enfrentados por quem está no topo do automobilismo.
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