Os investimentos do empresário Daniel Vorcaro na Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Atlético-MG geraram polêmica ao serem relacionados a fundos sob investigação. O Galo Forte FIP, que possui participação na Galo Holding S.A., atraiu a atenção do Ministério Público de São Paulo, que investiga possíveis ligações com organizações criminosas, incluindo o PCC. Os valores anunciados, R$ 100 milhões em 2023 e R$ 200 milhões em 2024, totalizam um patrimônio estimado em R$ 300 milhões.
Na manhã de sexta-feira (17), o Atlético-MG emitiu uma nota afirmando que todos os investimentos do Galo Forte Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia são regulares e que não há conhecimento de desvios. O clube destacou que o fundo é devidamente constituído e administrado pela Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA, registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A nota do clube enfatiza que não foram identificadas irregularidades relacionadas aos acionistas do fundo. “O Atlético não tem conhecimento de quaisquer irregularidades”, afirmou a instituição, reforçando a legalidade das operações financeiras realizadas por Vorcaro.
Essas declarações buscam dissipar as preocupações sobre a origem dos investimentos e reafirmar a transparência do Atlético-MG em suas operações financeiras. A situação continua em monitoramento, enquanto o clube se posiciona como um agente comprometido com a regularidade e a boa governança.
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