Miguel Oliveira, piloto português da Yamaha, teve um início difícil no Grande Prêmio de Portugal, realizado no Autódromo Internacional do Algarve. Após o primeiro treino livre, Oliveira ficou em 22º lugar, último entre os competidores, e expressou sua frustração com a falta de aderência da moto. Ele admitiu que tinha expectativas mais altas para o dia, mas a realidade foi desafiadora.
Durante a sessão de treinos, Oliveira enfrentou problemas com o grip da pista, que evoluiu pouco ao longo do dia. “Rompemos a tração muito rápido e é muito difícil recuperar”, afirmou o piloto. Apesar do desempenho aquém do esperado, ele planeja ajustar o setup e a gestão eletrônica para as próximas fases da qualificação, com a esperança de melhorar seu ritmo e alcançar uma posição entre a quinta e sexta fila do grid.
Desafios e Expectativas
Oliveira reconheceu que a Q1 é uma das sessões mais desafiadoras do fim de semana. Mesmo com um tempo competitivo, ele destacou que passar para a fase seguinte é incerto. “Acredito em melhorar muito, mas não sei se isso vai ser suficiente”, declarou. O piloto espera que as alterações na configuração da moto possam resultar em um desempenho mais satisfatório.
Além dos desafios enfrentados por Oliveira, o Grande Prêmio de Portugal não contará com a presença de Marc Márquez e Jorge Martín, ambos ausentes devido a lesões. A corrida, que acontece entre hoje e domingo, é parte da 21ª jornada da 77ª temporada do MotoGP e marca a sexta vez que o evento é realizado em Portimão.
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