O presidente da CBF, Samir Xaud, declarou nesta segunda-feira (10) que a entidade “não vai permitir qualquer tipo de xenofobia”. A afirmação surge após críticas de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira sobre a presença de técnicos estrangeiros, incluindo o italiano Carlo Ancelotti, na seleção brasileira. O episódio ocorreu durante um evento na CBF, onde Ancelotti demonstrou desconforto, mas não se deixou abalar.
Xaud ressaltou que conversou com Ancelotti e que o episódio não gerou mal-estar entre eles. “Ele está tranquilo, isso não vai atrapalhar nada”, afirmou. O presidente enfatizou que a CBF avalia os profissionais pela competência, independentemente da nacionalidade. A declaração busca reafirmar o compromisso da entidade com a inclusão e o respeito às diversidades.
Renovação do Contrato
As discussões para a renovação do contrato de Ancelotti, que atualmente vai até o fim da Copa do Mundo de 2026, já estão em andamento. Tanto o técnico quanto a CBF demonstraram interesse em estender o vínculo até 2030. Ancelotti, que não conhecia o Brasil antes de assumir a seleção, tem se esforçado para entender a cultura local e o futebol brasileiro, aprendendo o idioma e assistindo a jogos em várias cidades.
A seleção brasileira se encontra na Inglaterra, onde se prepara para amistosos contra Senegal, no dia 15, e Tunísia, no dia 18. As declarações de Xaud e a continuidade do trabalho de Ancelotti refletem um momento de estabilidade e foco na construção de uma equipe competitiva para os próximos desafios.
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