O Corinthians apresentou à Caixa Econômica Federal propostas para quitar a dívida de 670 milhões de reais que o clube tem com o banco. O acordo pode envolver mudanças nos naming rights do estádio, hoje associado à Neo Química, da Hypera Pharma. A multa de rescisão prevista para setembro cairia para 50 milhões de reais, viabilizando negociações.
Entre as possibilidades, o clube cogita ceder os naming rights por 10 anos para zerar o débito. O banco estatal exige trâmites adicionais, o que pode atrasar o desfecho. Além disso, há opções de ampliar o prazo para 88 anos ou congelar o valor até comum acordo, com decisões previstas para 2026.
A negociação envolve o Corinthians, a Caixa e a Neo Química, com a Hypera Pharma também apontada como parte do cenário de naming rights. A mudança do patrocínio entraria em vigor assim que um novo contrato fosse assinado, com impacto imediato. As tratativas acontecem em meio a um ambiente de juros elevados, que afeta a capacidade de pagamento do clube.
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