No futebol internacional, surgem acusações de lavagem de dinheiro envolvendo figuras e entidades na França e na Espanha. O tema se soma a controvérsias já discutidas sobre o peso financeiro de clubes europeus e a influência de investimentos de mercados emergentes.
Entre os casos históricos, destaca-se a operação no México envolvendo o Cruz Azul. Em 2020, a Unidad de Inteligencia Financiera bloqueou contas da Cooperativa La Cruz Azul, controladora do clube patrocinado pela Cementos Cruz Azul. Hoje, a cooperativa detém 99% do clube, com 1% pertencente à Cementos.
A narrativa inclui ligações entre narcotráfico e transferências de capitais, segundo denúncias antigas no futebol mexicano. Em meio a isso, surgem novas controvérsias envolvendo o universo do futebol e possíveis desdobramentos sobre Filipe Luís, tema que volta às pautas de análise do cenário esportivo brasileiro.
Lado mexicano e desdobramentos
Relatos apontam que históricos dirigentes do Cruz Azul teriam tido ligações com atividades ilícitas, conforme manifestações de autoridades e personagens ligados ao futebol. O caso envolve acusações de lavagem, financiamento e corrupção associados ao esporte.
Novos impactos no futebol europeu
As investigações na França e na Espanha ganham atenção pela possível relação entre alta administração do futebol e fluxos de capitais não transparentes. Nasser Al-Khelaïfi, CEO da QSI, figura entre os nomes citados em reportagens, sem confirmação de responsabilização definitiva.
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