Felipe Drugovich estreou na Fórmula E com o carro elétrico, após três anos atuando como piloto reserva da Aston Martin na F1. A transição entre os carros de F1 e de Fórmula E é relevante, mas a adaptação tem ocorrido de forma positiva.
A mudança envolve entender um estilo de corrida diferente e acelerar o aprendizado com a equipe. Drugovich afirma que ainda há ajustes a fazer, mas demonstra confiança em retomar o ritmo competitivo após o afastamento de campeonatos completos.
A Gen4, próxima geração da Fórmula E, deve elevar o nível técnico: aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 2 segundos e velocidade máxima de 330 km/h. Os novos monolugares prometem ser os mais rápidos da categoria.
Adaptação, ritmo e torcida
Drugovich comenta que está concentrado em evoluir mesmo sem corridas recentes, buscando demonstrar que mantém o nível competitivo. O piloto também comenta a receptividade da torcida brasileira presente nas provas.
A presença de público nacional marca o momento de retomada na carreira de Drugovich, que mantém foco total no desafio da Fórmula E e na proximidade da estreia da Gen4 na temporada seguinte.
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