O Memorial Tênis Brasileiro encerrou a fase de implantação e inicia uma etapa mais complexa: catalogar, digitalizar e restaurar milhares de fotos, livros, revistas e objetos históricos do tênis nacional. A iniciativa envolve acervo reunido ao longo de uma década, com foco na memória esportiva.
A entidade, com sede em São Paulo, SP, atua para preservar o legado. Sob a gestão de Walmor Elias, o MTB lançou uma campanha nacional de arrecadação de recursos para financiar o trabalho, que inclui restauração de raquetes, troféus e livros.
A campanha está aberta a qualquer pessoa ou empresa e permite doações anônimas. As contribuições serão registradas no site oficial, que também contabilizará os recursos. O MTB colocou à disposição um QR Code Pix para facilitar a colaboração.
Além da catalogação, o memorial divulgou as diretrizes do Hall da Fama do tênis brasileiro, sob coordenação de Luiz Mattar. As três primeiras indicações para integrar o Hall a partir de 1926 foram anunciadas.
As indicações incluem a equipe pioneira da Copa Davis de 1932, a jogadora Lucy Maia, conhecida como a primeira dama do tênis nacional, e Alcides Procópio, figura múltipla no tênis: jogador, empresário, dirigente e promotor.
O MTB reforça que o processo de preservação visa ampliar o acesso público ao acervo. A campanha, o site e as indicações do Hall da Fama fazem parte da estratégia para ampliar a visibilidade da memória esportiva brasileira.
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