Lando Norris foi consagrado campeão mundial de Fórmula 1 neste domingo, 7, com uma vantagem de dois pontos sobre Max Verstappen. A F1 não oferece bônus direto pela conquista; qualquer prêmio adicional parte da McLaren, incluindo salário, patrocínios e exposição midiática.
Historicamente, a distribuição de recursos na F1 é baseada no desempenho das equipes, com mais de US$ 1 bilhão divididos entre as 10 escuderias. Assim, quase toda premiação extra cabe à McLaren, conforme negociação com Norris. A publicação Forbes aponta Norris como o terceiro maior salário da categoria.
No ano passado, Norris, vice-campeão, recebeu cerca de US$ 35 milhões da McLaren, sendo US$ 12 milhões de salário e US$ 23 milhões em bônus. Norris defende a equipe desde 2019, quando entrou na escuderia em momento crítico para a McLaren.
Trajetória de Norris
O britânico iniciou no automobilismo aos sete anos, passou pela base e chegou à Fórmula 1 com ascensão constante. Em 2019 ingressou na McLaren, e desde então tornou-se o principal piloto da equipe, que não vencia o título de piloto desde 2008, quando Hamilton venceu pela equipe.
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