O São Paulo confirmou demissões recentes como parte de um choque de gestão promovido pela diretoria de Julio Casares. O clube busca reduzir custos e renovar processos para 2026, em meio a tensões dentro do conselho deliberativo. As mudanças atingem áreas técnicas e administrativas.
Na última segunda-feira (8), quatro profissionais da área médica foram desligados. Na sexta-feira anterior (5), seis funcionários de diferentes setores, como rouparia, massagem e segurança, também deixaram o clube durante um churrasco de fim de ano no centro de treinamento da Barra Funda. O clima no CT permanece tenso.
Racha no Conselho Deliberativo
Fontes ouvidas pela ESPN indicam que o episódio ampliou o desconforto entre grupos do Morumbi. A gestão Casares é vista como necessária por parte da diretoria, que afirma buscar revitalizar processos para reduzir custos e modernizar operações. O objetivo é ter ideias novas para 2026 e manter o clube estável financeiramente.
Além das demissões, o São Paulo trabalha na reformulação do elenco para 2026. Tratativas com atletas estão em andamento, com foco na avaliação de salários e contratos. A direção admite que algumas saídas são inevitáveis para abrir espaço a reforços com maior retorno financeiro.
Caminho para reforços e finanças
Nesta semana, o clube acelerou conversas sobre chegadas e saídas, com participação de Casares, Rui Costa e Muricy Ramalho. O ataque Dinenno já deixou o elenco para atuar pelo América de Cali, na Colômbia. Outras peças como Luiz Gustavo devem definir continuidade mediante ajuste salarial.
O planejamento envolve buscar aporte externo antes de investir em novos atletas. Qualquer negociação com investidores exige aprovação do Conselho Deliberativo, que vive dividido. A diretoria aposta na pacificação interna para avançar com contratações e reestruturar o orçamento.
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