O Sport Club do Recife caiu para a Série B em 2025, com aproveitamento de 14,9% no Brasileirão. O clube enfrenta montagem de elenco, mudanças de técnico e problemas financeiros refletidos em crises internas.
A temporada revelou eleições à vista e a renúncia do presidente Yuri Romão. A torcida e o elenco cobram mudanças profundas, com propostas de reformulação do elenco e foco na base para 2026.
O desempenho externo ficou marcado pela queda de rendimento e pelos problemas estruturais. O Sport somou apenas 2 vitórias em 38 jogos, com 11 empates e 25 derrotas, além de 28 gols marcados e 75 sofridos.
Em casa, o rendimento foi ainda menor: 1 vitória, 7 empates e 11 derrotas em 19 jogos, com 17 gols pró e 39 sofridos. Fora de casa, 1 vitória, 4 empates e 14 derrotas, 11 gols marcados e 36 sofridos.
A temporada também expôs questões administrativas: salários atrasados, renúncia presidencial e instabilidade de comando técnico. A direção projetou orçamento superior à capacidade de 2026, agravando a necessidade de readequação financeira.
Contexto: rebaixamento e comando técnico
O clube iniciou 2025 sob Pepa, passou por António Oliveira e Daniel Paulista, até que César Lucena assumiu na reta final sem evitar o descenso. A instabilidade de treinadores foi característica ao longo da campanha.
Os números do elenco chamaram atenção: destaque para Lucas Lima, Derik Lacerda e Pablo, mas a folha salarial de 2025 superou a capacidade de 2026, segundo o diretor de futebol Enrico Ambrogini.
Perspectivas para 2026 e eleições
A diretoria anunciou novas eleições para definir o próximo presidente, com prioridade à reestruturação financeira e ao planejamento para a temporada na Série B. A torcida cobra mudanças no perfil do elenco e valorização da base.
Torcida e elenco sinalizam a necessidade de reformulação total, com foco em jovens da base e contratações mais alinhadas à capacidade orçamentária, para devolver o Sport à elite e manter estabilidade administrativa.
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