As pioneiras da seleção feminina do Brasil planejam um marco histórico na Copa do Mundo de 2027, que será realizada no Brasil. Lideradas por Marisa, a primeira capitã da equipe, elas querem entrar em campo na cerimônia de abertura ao lado das jogadoras da nova geração. A ideia simboliza a transmissão de legado.
Marisa afirmou que o sonho é ver as veteranas dividindo o campo com as jovens, deixando claro que o aval final cabe à Fifa. A assessoria da associação informou que o pedido já está em avaliação pela entidade.
A Copa de 2027 marca um momento de virada para o futebol feminino no país, mas o contexto histórico é relevante: o futebol feminino foi proibido entre 1941 e 1983. A discussão atual, segundo fontes ligadas ao processo, envolve reconhecimento da história e investimento em novas gerações.
Plano de abertura e participação histórica
A Fifa tem dito que há programas de legado para ex-jogadoras e que a ideia é integrar essas iniciativas à narrativa oficial do Mundial. Uma possibilidade é incluir uma representante das pioneiras no comitê de organização da competição, para assegurar a voz do grupo.
Jill Ellis, dirigente da entidade, destacou investimentos em academias, treinadores e programas de desenvolvimento ao redor do mundo. Ela disse que elevar o futebol feminino no Brasil depende de reconhecer o passado e projetar as futuras gerações. Ellis também ressaltou que o legado é parte essencial do crescimento do esporte.
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