O São Paulo iniciou, em dezembro, uma rodada de demissões no núcleo técnico e de apoio que envolve o departamento médico, fisiologia e áreas adjacentes. A medida decorre da temporada 2024/2025, marcada por lesões que afetaram o desempenho do time.
Ao todo, quatro médicos e fisiologistas foram desligados, conforme apuração. Além disso, outros seis empregados de setores como rouparia, massagem e segurança também deixaram o clube, durante uma confraternização de fim de ano no centro de treinamento.
A ação foi acompanhada por disputas internas sobre métodos médicos, com críticas à gestão. Um ponto de debate tornou-se o uso de canetas emagrecedoras, promovidas peloDr. Eduardo Rauen, que atua no CT com alguns atletas. A prática gerou divergência entre diretores e equipes técnicas.
Controvérsia interna
A imprensa informou que o assunto dividiu opiniões dentro do Morumbi e da Barra Funda. Segundo relatos, a alta gestão busca “profissionais novos” com ideias diferentes para os procedimentos no CT e no Reffis.
Em linhas gerais, a direção tem enfatizado a necessidade de mudanças para reduzir críticas ao longo de 2025. A diretoria não confirmou detalhes operacionais, mas afirmou que as mudanças visam fortalecer o desempenho esportivo.
A ESPN aponta que as demissões não teriam ocorrido apenas pelo desempenho da temporada, mas também pelo contexto de gestão e ajustes na condução dos trabalhos médicos e fisiológicos. Não houve confirmação de impactos diretos sobre a preparação dos atletas.
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