Entre 30 de novembro e 7 de dezembro, o Internacional venceu o Bragantino por 3 a 1 no Beira-Rio, salvando-se do rebaixamento. Abel Braga voltou como treinador/diretor técnico, com Elio Carravetta entre os assistentes, em meio a um cenário crítico no Brasileirão.
Carravetta relata oito dias de trabalho intenso sem remuneração, em que o vestiário foi inicialmente tenso, mas ganhou unidade. A equipe recebeu ajustes táticos sem a presença constante de Abel, que promoveu substituições decisivas e transmitiu confiança aos jogadores.
Bastidores
Ao chegar, Carravetta contou ter encontrado o vestiário com sinais de cisão e desconfiança. Segundo ele, porém, o ambiente já estava unido antes da intervenção da comissão técnica. O time passou por treinos focados em corrigir erros vistos contra o São Paulo.
O primeiro tempo do duelo contra o Bragantino foi irregular, mas o técnico repetiu a escalação no segundo tempo. As mudanças de Abel abalaram o ritmo do jogo, reforçando a confiança de quem voltou ao time e de quem ficou no banco, conforme o preparador físico.
Para Carravetta, o êxito não veio por milagre ou mística, e sim pelo trabalho profissional. Ele destacou a experiência de Abel Braga e a percepção dele sobre a equipe como fatores centrais para a recuperação do Inter.
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