O São Paulo conquistou seu terceiro título mundial há 20 anos, em 2005, ao vencer o Liverpool na final realizada no Japão. O torneio, organizado pela Fifa em formato ampliado, reuniu campeões de todas as confederações pela primeira vez sob esse modelo.
A trajetória começou na fase preliminar contra um representante asiático, seguido de uma semifinal memorável contra o Al-Ittihad, da Arábia Saudita. Amoroso brilhou ao marcar dois gols na vitória por 3 a 2, com Rogério Ceni anotando o terceiro.
Segundo o atacante, a equipe já pensava na possível decisão contra o Liverpool após vencer a Libertadores. O Al-Ittihad era pouco conhecido, o que dificultou o planejamento da semifinal.
A final, disputada em território japonês, teve o São Paulo à frente no placar graças a uma jogada bem trabalhada. Mineiro finalizou após assistência de Aloísio, abrindo o placar. A atuação de Rogério Ceni manteve o time vivo na segunda metade.
No segundo tempo, o Liverpool pressionou, mas a defesa são-paulina resistiu. Ceni fez dez defesas em uma atuação histórica, contribuindo para a vitória por 1 a 0. Amoroso destacou a disciplina tática da equipe e a solidez defensiva.
A confirmação do título consolidou o São Paulo como soberano do cenário mundial. O elenco, com Autuori, Ceni, Amoroso e Mineiro, tornou-se referência ao longo de uma década.
Festa no Brasil retratou a conquista, com torcedores recebendo o troféu nas ruas de São Paulo e em aeroportos. O momento ganhou destaque em jornais internacionais, reforçando a dimensão do feito.
Vinte anos depois, o cenário do clube é diferente. O São Paulo não conquistou a Libertadores desde então, enfrentando dívidas, turbulências políticas e mudanças administrativas. Amoroso avalia o momento e aponta caminhos para a recuperação.
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