O basquete brasileiro está de luto. Claudio Mortari, treinador premiado e figura histórica do esporte, morreu aos 77 anos nesta quinta-feira, 25, no Brasil. A confirmação veio da família, que manteve a despedida reservada e sem detalhes do motivo.
Mortari foi campeão mundial de Clubes pelo Sírio em 1979 e teve passagem marcante pela seleção brasileira de base. Também dirigiu equipes como Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Paulistano, além de liderar times em Rio Claro e Mogi das Cruzes.
Antes de treinar, Mortari atuou como jogador nas categorias de base do Palmeiras, iniciando em 1960s. Em 1976, já como técnico, ajudou Oscar Schmidt a estrear no profissional do Palmeiras. Em 1979, levou o Sírio ao título mundial.
A Confederação Brasileira de Basquete, na pessoa do presidente Marcelo Sousa, lamentou a perda e elogiou a qualidade tática e a educação do técnico. Sousa destacou que Mortari foi ídolo e exemplo de profissionalismo.
A família comunicou que manterá a despedida restrita aos familiares. Mortari deixa legado de formação de jogadores e de técnica apurada que influenciou gerações no basquete brasileiro.
Legado e homenagens
Personalidades do basquete lamentaram a morte nas redes sociais, ressaltando a contribuição de Mortari ao esporte e a ética de trabalho. Ex-jogadores também manifestaram condolências aos familiares.
A morte de Mortari ocorre em meio a um momento de luto no basquete nacional, que recentemente perdeu outro técnico de renome, Wlamir Marques. As repercussões ressaltam a importância de sua trajetória.
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