- Léia, líbero do Sesi Bauru, fechou o primeiro turno da Superliga Feminina 25/26 com 69,5% de eficiência no passe.
- A métrica da CBV considera a soma dos passes A (bom) e B (aceitável) em relação ao total de passes.
- O Sesi Bauru é o sexto colocado e está garantido na Copa Brasil, com seis vitórias em onze jogos.
- Lele, do Tijuca Tênis Clube, aparece logo atrás de Léia, com 67,5% de aproveitamento no passe.
- Camila Brait, Osasco, ocupa a terceira posição, com 66,7% de eficiência no fundamento.
Léia, líbero do Sesi Bauru, lidera as estatísticas de passe na Superliga Feminina 25/26. A jogadora tem 69,5% de eficiência no fundamento ao fim do primeiro turno, segundo dados oficiais da CBV. O desempenho facilita o trabalho da levantadora.
A eficiência é calculada pela soma dos passes A (bom) e B (aceitável) em relação ao total de passes. O êxito de Léia tem impacto direto na construção de jogadas e na distribuição para o ataque da equipe paulista.
O Sesi Bauru ocupa a sexta posição na competição e já está garantido na Copa Brasil. Ao todo, são seis vitórias em 11 jogos, desempenho que mede o equilíbrio entre defesa e arma de passe no time.
Atrás de Léia, aparecem outras referências no fundamento. Lele, do Tijuca Tênis Clube, soma 67,5% de aproveitamento. Camila Brait, veterana do Osasco, fica com 66,7% de eficiência no passe.
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