A Fórmula 1 exige a emissão de uma Superlicença da FIA para seus pilotos disputarem as provas. Em 2026, o custo dessa autorização permanece alto e não entra no teto orçamentário das equipes. A taxa base é de 11.842 euros, mais 2.392 euros por cada ponto conquistado no campeonato anterior, segundo informações de bastidores.
Entre os pilotos, Lando Norris terá a licença mais cara da temporada, com base no desempenho de 2025. A McLaren deverá desembolsar cerca de 1.023.507 euros para manter Norris na equipe. Verstappen e Piastri aparecem logo atrás, com valores estimados próximos de 1 milhão de euros cada. Os valores variam conforme a soma de pontos e o desempenho das temporadas anteriores.
Valores pagos em 2026
- Lando Norris: 1.023.658 euros
- Max Verstappen: 1.018.874 euros
- Oscar Piastri: 999.562 euros
- George Russell: 774.890 euros
- Charles Leclerc: 590.706 euros
- Lewis Hamilton: 384.994 euros
- Kimi Antonelli: 370.642 euros
- Alex Albon: 184.458 euros
- Carlos Sainz: 169.930 euros
- Fernando Alonso: 145.794 euros
- Nico Hülkenberg / Isack Hadjar: 133.834 euros
- Oliver Bearman: 109.914 euros
- Esteban Ocon / Liam Lawson: 102.738 euros
- Lance Stroll: 90.778 euros
- Pierre Gasly: 64.466 euros
- Gabriel Bortoleto: 57.290 euros
- Franco Colapinto / Arvid Lindblad / Valtteri Bottas / Sergio Pérez: 11.842 euros
Fonte: projeções de custos para 2026 com base na fórmula de cálculo da FIA. As cifras refletem a soma base mais os pontos do campeonato anterior; valores são aproximados e sujeitos a ajustes oficiais.
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