Verstappen se transforma no volante, segundo um ex-companheiro da Fórmula 1. O comentário repercute antes do anúncio de 2026, quando Isack Hadjar seria o companheiro do holandês na equipe com sede ainda não especificada. Fora das pistas, a relação entre os pilotos era cordial; dentro dela, Verstappen era visto como dominante ao assumir o cockpit.
Um dos momentos mais tensos ocorreu no GP de São Paulo de 2022. Verstappen se recusou a ceder o sexto lugar a Pérez, mesmo após já ter garantido o título. A decisão influenciou a luta de Pérez pelo vice-campeonato, que acabou indo para Leclerc. Segundo o ex-companheiro, o clima no Brasil mostrava um Verstappen diferente quando o volante é acionado.
Após deixar a Red Bull, Pérez ficou afastado das pistas até retornar em 2026 pela Cadillac. Enquanto isso, Verstappen teve mudanças de companheiro em curto espaço de tempo: Liam Lawson disputou duas corridas em 2025 e foi substituído por Yuki Tsunoda, que não atingiu o desempenho esperado.
Evolução de parcerias e mudanças na equipe
A expectativa para 2026 é de nova formação de equipe ao lado de Hadjar, que substituiria pilotos anteriores em uma mudança que também envolve a Cadillac. A trajetória de Verstappen é marcada por mudanças rápidas de duplas, com impactos na dinâmica da temporada.
No relato do ex-companheiro, a diferença entre pista e oficina se acentua quando as palavras viram prática de corrida. A influência do comportamento de Verstappen no cockpit é destacada como ponto central para entender a relação entre os pilotos e o desempenho da equipe.
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