A influência dos tradicionais times do Campeonato Mineiro vem diminuindo nos últimos anos. Em Minas Gerais, clubes históricos enfrentam queda de protagonismo e passam a disputar divisões inferiores, sem retorno à elite nacional.
Entre os clubes que já marcaram época, destaca-se o Villa Nova, de Nova Lima. O Leão do Bonfim brilhou na década de 1930, com um tetracampeonato estadual entre 1932 e 1935, consolidando-se como referência regional.
Outro time de expressão interiorana é a Caldense, de Poços de Caldas. A Veterana conquistou o interior entre 1974 e 1977 e, em 2002, quando Atlético, Cruzeiro e América não participaram, ergueu o título mineiro diante do Nacional de Uberaba.
Ipatinga, do Vale do Aço, também tem história marcante. Em 2005, venceu o estadual, surpreendendo as forças da capital. Em 2006, chegou à semifinal da Copa do Brasil e, na Série A de 2008, enfrentou rebaixamento.
Villa Nova
O Villa Nova teve participação na primeira divisão estadual a partir de 1978, com aparições na Série A nacional em 1979 e 1985. Em 2000, disputou a Copa João Havelange. Desde 2020, não disputa divisão nacional, atuando no Módulo II do Mineiro.
Caldense
A Caldense ascendeu à elite estadual em 1972 e conquistou o tricampeonato do interior entre 1974 e 1977. Em 2002, com abstenções de grandes clubes, venceu a final contra o Nacional de Uberaba. Em 2015, chegou à final do estadual, perdendo para o Atlético.
Ipatinga
O Ipatinga viveu pico nacional em 2006, com semifinal da Copa do Brasil e acesso à Série A em 2008. Contudo, a temporada seguinte encerrou com rebaixamento à Série B e, desde então, o clube disputa o Módulo II estadual, sem divisão nacional.
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