O Santos teve que pagar cerca de 2,6 milhões de euros ao clube português relacionado a João Basso, após ter o recurso negado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS). O atraso envolve uma parcela já quitada de 500 mil euros, segundo o clube europeu. A decisão mantém a obrigação financeira do Peixe.
O débito consta da contratação de João Basso, ocorrida em julho de 2023, ainda na gestão do ex-presidente Andrés Rueda. O Santos não conseguiu reverter a cobrança na CAS, o que mantém o passivo ativo.
A equipe terá 45 dias para efetuar o pagamento. Caso não cumpra o prazo, poderá sofrer um transfer ban, impedindo novas inscrições de atletas, conforme a narrativa publicada pela imprensa brasileira.
Situação da dívida
Em nota enviada ao GE, o Santos chamou a cobrança de herança maldita de gestões anteriores, afirmando que o esforço de reorganização da diretoria atual é dificultado pelo débito. A repercussão envolve riscos de sanções administrativas enquanto o tema segue sem solução.
João Basso, nascido em Curitiba, veio da base do Paraná e iniciou a carreira profissional em 2015. O zagueiro teve passagem pelo Estoril, Real Sport Club e Arouca, destacando-se no Arouca e ajudando o time a alcançar a elite portuguesa em 2021. Em 2024, foi emprestado ao Estoril.
No Santos, Basso chegou como titular, participou da campanha de rebaixamento e permaneceu com o elenco após o retorno à Série A. Em 2024, ainda no radar do clube, atuou por empréstimo ao Estoril, e foi relacionado para a estreia do Campeonato Paulista, sem entrar em campo.
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