Melbourne (Austrália) – O alemão Alexander Zverev, atual vice-campeão do Australian Open e Nº 3 do mundo, chega ao primeiro Grand Slam de 2026 em busca de recuperação após um 2025 abaixo do esperado. A temporada anterior deixou dúvidas sobre o rendimento no novo ciclo.
Para a especialista Barbara Schett, Zverev ainda tem chances, mas está mais distante de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz do que há um ano. A diferença entre eles, segundo a analista, vem aumentando e os dois no topo aparecem quase imbatíveis.
A ex-jogadora reforça que o alemão precisa ser mais agressivo. Segundo Schett, Sinner e Alcaraz diversificaram golpes e agressividade, com maior frequência de chegar à rede. Zverev, por vezes, cai na passividade.
Ela aponta que o equilíbrio entre agressividade e contenção é crucial. Em Viena, por exemplo, o alemão teve momento de impulso, depois recuou, permitindo a virada de Sinner. Mantê-lo concentrado é essencial nos momentos decisivos.
Mesmo com críticas, Schett evita preocupações excessivas para o AO 2026. A analista destaca a consistência de Zverev, o conjunto de golpes e a probabilidade de vencer adversários abaixo dele no ranking. A previsão é de um ano competitivo.
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