Durante a primeira Prova do Líder do BBB 26, o ator Henri Castelli sofreu uma crise convulsiva, foi atendido e levado ao hospital. Ele retornou à casa, mas teve uma segunda crise pouco depois e, seguindo orientação médica, deixou o programa. O anúncio foi feito ao vivo por Tadeu Schmidt.
A prova exigia esforço físico contínuo e tomada de decisão sob pressão. Os participantes ficavam em um trampolim, caíam na piscina para pegar um produto, posicionavam um cartão e disputavam dentro de um tempo. Castelli enfrentou dificuldades após cerca de 10 horas de prova.
A situação remete a práticas de endurance em esportes. Em provas longas, atletas costumam seguir rotinas de treino, alimentação, hidratação e sono. Vestíveis ajudam a monitorar sinais do corpo e a ajustar a intensidade do esforço, com foco na prevenção de incidentes.
No contexto esportivo, o monitoramento não é apenas um acessório. Dispositivos como relógios e anéis acompanham frequência cardíaca, HRV, oxigenação e temperatura, servindo como indicadores para evitar sobrecarga e orientar recuperação. Esses recursos costumam estar presentes em maratonas, ultramaratonas e provas de ciclismo.
Anéis e pulseiras especializados priorizam recuperação e sono. Modelos como Oura Ring e WHOOP utilizam HRV, frequência de repouso, respiração e sono para indicar prontidão para treino e carga de esforço, sem substituir diagnósticos médicos.
Entre as marcas mais conhecidas, destacam-se Apple Watch, Samsung Galaxy Watch, Garmin, Oura Ring, WHOOP e Polar. Cada uma oferece diferentes foco de monitoramento e recursos de segurança, como detecção de quedas e SOS, variando conforme o ecossistema e o modelo.
A escolha de vestíveis depende de objetivos e do tipo de atividade. Em exercícios de longa duração, acompanhar parâmetros de semanas e dias de treino ajuda a gerenciar recuperação e evitar surpresas durante provas intensas.
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