A Red Bull abriu a temporada 2026 apresentando o RB22 em Detroit, marco de uma nova fase com a Ford como parceira. A equipe busca manter o domínio em meio aos novos regulamentos da F1.
O regulamento 2026 reduzirá o tamanho dos carros, torná-los mais leves e menos dependentes da aerodinâmica, com 50% de potência vindo do motor elétrico e 50% do motor a combustão, que usará combustível sustentável. O foco é confiabilidade.
A saída de Adrian Newey, o projetista emblemático, deixa a equipe sem o único que repetidamente venceu com a Red Bull. Verstappen permanece, após rejeitar transferências para Mercedes e Aston Martin.
Desafios da continuidade
A relação histórico entre título e carro projetado por Newey completa 30 anos, desde 1992. Campeões com esse projeto incluem Damon Hill e Jacques Villeneuve; outros, como Mika Hakkinen e Sebastian Vettel, não repetiram.
Verstappen chega a 2026 com confiança na parceria Red Bull-Ford, após decidir ficar após rumores de saída. A gestão de Laurent Mekies, com Horner fora, reforçou a percepção de melhor atuação da equipe no momento.
Olho no alinhamento interno
Isack Hadjar foi promovido da Racing Bulls para a Red Bull, tornando-se companheiro de Verstappen. O jovem francês deve testar o novo regulamento e acompanhar o ritmo da equipe principal.
A Red Bull busca manter o status de equipe de ponta diante de mudanças técnicas e regulatórias, apostando na estabilidade do elenco e na parceria com a Ford para reconquistar o campeonato.
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