A Red Bull reconhece o risco de manter Max Verstappen no time para a temporada 2026, em meio ao desenvolvimento de um motor próprio. A avaliação foi feita pelo chefe da equipe, Laurent Mekies, em entrevista ao Autosport Business Exchange.
Segundo Mekies, Verstappen está envolvido no projeto desde já e assume os riscos associados, incluindo possíveis quedas de desempenho. O dirigente destacou a dedicação do piloto ao automobilismo, em diversas categorias, além da F1.
O foco da Red Bull é sustentar a competitividade com um motor próprio, cuja criação representa um grande desafio para a equipe.
Em paralelo, a Red Bull identificou uma potencial brecha no regulamento da F1 de 2026. A estratégia mira a taxa de compressão dos motores, que foi reduzida pela FIA de 18:1 para 16:1.
A ideia é explorar o momento da medição da compressão, fora da temperatura ideal, para obter vantagens de desempenho sem violar as regras formais. Peças que se expandem com o calor podem ampliar o espaço dentro do motor, elevando a potência.
A equipe utiliza materiais que respondem ao calor extremo da corrida, buscando manter o motor dentro da norma, mas com desempenho superior na prática, segundo a análise interna.
Verstappen continua como principal referência da Red Bull, com foco em manter a liderança no campeonato mesmo diante das mudanças regulatórias previstas para 2026. A temporada atual segue em curso.
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