A NBA sinaliza flexibilizar regras que limitam a participação de fundos soberanos nas franquias dos EUA e Canadá, abrindo espaço para participação na NBA Europe. O tema ganha corpo após discussões sobre o modelo do Paris Saint-Germain e seu envolvimento com a Qatar Sports Investments.
O comissário Adam Silver informou que a liga já conversa com fundos estatais para a futura liga europeia. Ele citou o PSG como exemplo de modelo exitoso, que pode servir de referência para práticas que poderiam migrar para os EUA no futuro.
Silver afirmou que a NBA avalia ampliar o leque de investidores, incluindo emissores e patrocinadores, para a NBA Europe. A ideia é observar aprendizados europeus e adaptá-los conforme houver necessidade de mudanças regulatórias.
Esportivamente
A NBA Europe poderá reunir 16 equipes de países como Reino Unido, França, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia e Turquia. O Real Madrid é visto como possível participante, enquanto o PSG pode atuar em parceria com clubes de futebol.
A liga também considera a incorporação de clubes já estabelecidos no basquete europeu e a criação de novas franquias em cooperação com clubes de futebol, incluindo o PSG. A formação busca ampliar a presença na região.
Mídia
Nas negociações de mídia, a NBA avalia combinar uma plataforma global de streaming com emissoras locais para ampliar alcance. A ideia é explorar uma possível parceria com serviços globais de streaming, ao lado de redes locais.
Silver destacou que a televisão aberta permanece importante para o alcance de audiência, mesmo diante de opções de streaming. A liga busca equilibrar plataformas para maximizar a cobertura e o engajamento.
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