Sepp Blatter, ex-presidente da Fifa, afirmou em redes sociais que apoia o boicote de torcedores aos jogos da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, citando preocupações com a segurança no país.
A posição acompanha comentários do advogado suíço Mark Pieth, especialista em anticorrupção, que colaborou com a Fifa em reformas. Pieth sugeriu que fãs devem evitar viajar aos EUA para o torneio.
Segundo Pieth, foram citados incidentes como a morte de uma manifestante em Minneapolis e a atuação de serviços de imigração como fatores para desencorajamento de torcedores, destacando também a morte de outro cidadão americano no fim de semana anterior.
A Copa do Mundo está programada para ser realizada conjuntamente pelos EUA, Canadá e México, de 11 de junho a 19 de julho de 2026. Ainda não houve confirmação de afastamentos de fãs em massa.
Blatter deixou a Fifa em 2015, após uma série de escândalos, sendo sucedido por Gianni Infantino, que manteve vínculos estreitos com figuras do futebol mundial. O ex-líder permanece envolvido em declarações públicas sobre o esporte.
No mesmo contexto, o ex-presidente da Uefa, Michel Platini, foi originalmente citado em críticas a Infantino, mas foi absolvido em relação a casos envolvendo pagamentos à Platini. Platini afirmou que Infantino demonstra um estilo de gestão centralizado e vinculado ao poder.
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