O Internacional volta a enfrentar dúvidas sobre o chamado “fantasma de 2025” após três jogos com titulares em campo, ainda com amostra limitada. As falhas do time, como gols cedo, erros de passe e ansiedade, ressurgem, especialmente após derrotas no Brasileirão.
No início da temporada, o clubão mostrou vulnerabilidade defensiva e inconsistência coletiva. Contra o Athletico-PR, houve falhas na defesa que contribuíram para o revés, enquanto na estreia o time sofreu com gols nos primeiros minutos do jogo.
A sequência amplia a curiosidade sobre a função do elenco titular, que esteve em campo apenas três vezes. Pontos perceptíveis no gramado no ano anterior parecem retornar, elevando a tensão entre torcedores e diretoria.
Desempenho e ajustes
O técnico Paulo Pezzolano comentou sobre a recuperação física após clássicos, destacando que o desgaste influencia o rendimento. Além disso, ele ressaltou o elenco curto e a necessidade de reforços, citando a experimentação com jovens como Raykkonen, de 17 anos, para suprir lacunas.
Segundo o treinador, o time correu até o final, mesmo diante das dificuldades. O discurso manteve foco na gestão financeira do clube e na aposta em atletas já formados na região, com aval para continuar na evolução do grupo.
Próximos compromissos
Agora o Internacional volta as atenções ao Gauchão, com partida contra o Caxias, no Centenário, pela última rodada da fase de grupos, marcada para este sábado, às 16h30. No Brasileirão, o próximo desafio ocorre na quarta-feira, 4, em duelo no Maracanã contra o Flamengo, às 19h.
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