A Williams permanece como uma das equipes mais tradicionais da Fórmula 1, com passagem marcante pelos anos 80 e 90. Fundada por Frank Williams, a escuderia britânica dominou a era de ouro do grid, enfrentou revés e hoje busca recuperação no pelotão.
A história da equipe começa antes da F1, em meio às mudanças de nome e ajustes de projeto. O retorno ao topo ocorreu com o FW07, triunfo que abriu caminho para títulos de construtores e de pilotos nos anos seguintes.
A partir de 1990, Adrian Newey chegou ao clube e ajudou a desenhar o FW14, carro que evoluiu para o FW14B em 1992, trazendo câmbio semiautomático, suspensão ativa e outras inovações. O auge ocorreu com Mansell e Prost vencendo em 1992 e 1993.
Como é o carro
Historicamente os monoplostos da Williams exibem cores azul e branco, com variações no design a cada temporada. Em 2026, houve a adição de tonalidades de azul claro na pintura do FW48. A Williams continua usando motores Mercedes, parceria que persiste desde 2014.
Quem são os pilotos atuais
A dupla de 2025 é formada por Carlos Sainz e Alexander Albon. Sainz, espanhol, mudou para a Williams vindo da Ferrari, trazendo experiência com vitórias e pódios. Albon, tailandês, chegou à equipe em 2022 após passagem pela Red Bull.
Reconhecimentos e retrospecto
Ao longo das décadas, a Williams teve sete campeões mundiais entre pilotos: Jones, Rosberg, Piquet, Mansell, Prost, Hill e Villeneuve. O time soma nove títulos de construtores, com a fase de maior título em 1992-1997.
O momento recente
O desempenho variou após o fim dos anos 90. A Williams ficou na metade inferior do grid a partir de 2018, repetindo a posição de lanterninha em alguns campeonatos. A equipe trabalha para retomar posição entre as grandes do campeonato.
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