Lelê, 22 anos, começou no vôlei na base do Fluminense e venceu espaço na equipe profissional. Na base, aos 18, integrou a seleção brasileira e virou a primeira líbero capitã da categoria sub-21, quebrando regras da Federação na época.
Ela revela que o título histórico só ganhou peso com o tempo, quando a ficha caiu. Em entrevista, admitiu que a função de liderança surgiu naturalmente ao longo dos anos, mesmo sem planejar.
O sonho de Lelê é vestir a camisa da seleção principal. Foi peça-chave da base, com ouro no Pan-americano sub-23 e no Sul-Americano sub-20, além de pódios no Sul-Americano sub-18 e Mundiais sub-19 e sub-21.
Conexões e mudança de clube
Em 2025, Lelê deixou o Fluminense e foi para o Tijuca, principal reforço da equipe na temporada 25/26 da Superliga A. O acordo veio após diálogos com o técnico Matheus Bieler, que alinhou as ideias entre as partes.
No Tijuca, a líbero encontra um grupo com menos entrosamento, já que várias jogam juntas pela primeira vez. A equipe é a penúltima na Superliga, com 11 pontos, a quatro do oitavo colocado, buscando avanços nos pontos.
Além do vínculo com o Fluminense, Lelê mantém forte ligação com o Botafogo, time de coração, influenciada pela família. Ela admite a paixão pela torcida tricolor, mas recebe com leve humor a relação com as duas paixões.
Inspirações e referências
Desde a infância, Lelê acompanhava jogos com a mãe, destacando Fabi como grande referência. Hoje, tem a chance de enfrentar ídolos, como Camila Brait, colega de profissão em momentos de admiração mútua. Lelê celebra esse contato no dia a dia da carreira.
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