O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) definiu os porta-bandeiras do Brasil para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. A seleção levou em consideração os desempenhos em competições internacionais, com representantes em todas as quatro sedes das cerimônias de abertura.
O Brasil participará com 14 atletas e um reserva, número que representa um crescimento de 40% em relação aos Jogos de Pequim 2022, quando foram 10 competidores. As competições ocorrem entre 6 e 22 de fevereiro, em modalidades de neve e gelo.
Nicole Silveira, natural de Rio Grande (RS), é a principal referência brasileira no skeleton e tem três medalhas em etapas da Copa do Mundo. Ela terminou o Mundial de 2025 na quarta colocação, melhor resultado brasileiro em um mundial de esportes de inverno. Em Pequim 2022, ficou em 13º no skeleton, o que também foi o melhor desempenho olímpico do Brasil na categoria.
Porta-bandeiras e perfis
Lucas Pinheiro Braathen, de 25 anos, representa o esqui alpino brasileiro. No circuito mundial, soma 10 pódios: 1 ouro, 7 pratas e 2 bronzes. No último Mundial, ficou 13º no slalom e 14º no slalom gigante, os melhores resultados brasileiros na competição.
Augustinho Teixeira, conhecido por competir no snowboard, representará o Brasil em uma das sedes do evento; Alice Padilha, atleta de esqui alpino, também figura entre os escolhidos para levar o distintivo nacional durante a olimpíada de inverno de 2026.
Rebeca Andrade, ginasta brasileira, também foi convidada para conduzir a Bandeira Olímpica na cerimônia de Milão, pela Comissão Olímpica Internacional (COI) e pela Fondazione Milano Cortina 2026. Nicole competirá a partir de 13 de fevereiro em Cortina d’Ampezzo, enquanto os demais atletas iniciarão suas disputas após as cerimônias de abertura.
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