O São Paulo empatou por 1 a 1 com o Santos, em partida marcada pela presença de Lucas Moura e Calleri, que começam a influenciar o desenho tático de Crespo. O empate ocorreu em casa, com foco na recuperação do treinador e do elenco.
Os dois jogadores vinham de 2025 desafiador: Lucas sofreu com lesões, descritas pelo próprio veterano como o mais difícil da carreira. Calleri voltou após cirurgia e passou quase um ano afastado, voltando com ritmo e impacto.
Dados do Sofascore evidenciam a atuação da dupla em 2026: Calleri tem sete jogos, três gols e três passes decisivos, com média de 112 minutos por tento marcado. Foram 11 finalizações, quatro no alvo, e três passes que criaram chances.
Lucas Moura também disputou sete partidas, com uma assistência e participação direta em gol a cada 313 minutos. Criou duas grandes chances, distribuiu quatro passes decisivos e acertou 73% dos passes.
O time aparece mais competitivo e organizado, segundo Crespo, que reforçou a ideia de um São Paulo “difícil para o adversário” enfrentar. O treinador destacou alinhamento, adaptação tática e o elenco confessando boa adaptação às mudanças.
Mesmo com o andamento em evolução, o Tricolor ainda enfrenta carências, como a ausência de um primeiro volante. A recuperação de peças e a continuidade do amadurecimento do grupo serão determinantes para o que vem pela frente.
No próximo sábado, o São Paulo encara o Primavera no Paulista, em busca de recuperação de pontos e consolidação do desenho ideal de jogo, já atual com Lucas Moura e Calleri em evidência.
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