Márcio Carlomagno, ex-CEO do São Paulo, foi à Comissão Disciplinar do clube nesta terça-feira (10). O julgamento envolve a gestão exercida durante a presidência de Julio Casares, com foco em possíveis danos à gestão fiscal.
A acusação sustenta que há fundamentos na Lei do Profut para enquadrar a omissão atribuída a Carlomagno como gestão irregular, com base no artigo 24 da legislação. Representantes da diretoria participaram da sessão na Comissão de Ética, ao lado de advogados e conselheiros.
A audiência ocorreu normalmente. A defesa apresentou argumentos; a acusação, questionamentos. Há relatos de contradições no depoimento, segundo apuração do Lance!. O presidente da mesa, identificado pelo sobrenome Bolo, conduziu de forma técnica e imparcial.
Após as oitivas, as partes podem apresentar alegações finais. O prazo estimado é de 10 a 15 dias para manifestações, com julgamento previsto em sequência. Há otimismo moderado sobre o desfecho, que deve ocorrer em até um mês.
Casares renunciou à presidência, abrindo espaço para mudanças na diretoria. Carlomagno era visto como um braço direito de Casares e atuava como superintendente de gestão, integrando o Trabalho com o Departamento de Futebol. Também era apontado como possível nome para a eleição presidencial deste ano.
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