O Botafogo iniciou nesta quinta-feira (12) uma rodada de cortes no quadro de funcionários para reduzir custos e buscar equilíbrio financeiro. A medida foi anunciada pela SAF e afeta áreas administrativas, sem surpresas para os trabalhadores.
Segundo apuração do Lance!, a demissão já era prevista após a saída de Thairo Arruda, então CEO da SAF. Os desligamentos atingiram marketing, jurídico, sócio-torcedor e relações institucionais, com mais de 20 profissionais formalmente desligados.
O clube avalia que o cenário financeiro pode se tornar ainda mais complexo em 2026. John Textor e Thairo Estiveram enfatizando a necessidade de reduzir a folha salarial, que foi uma das mais altas do Brasil em 2024 e 2025.
Reavaliação de orçamento e foco no futebol
A diretoria pretende, com o ajuste de quadro, direcionar investimentos para o futebol. Além das demissões, problemas com atraso de direito de imagem e FGTS foram destacados como parte do contexto recente.
Empréstimo e perspectivas de reestruturação
Em fevereiro, o Botafogo recebeu aporte financeiro de empresas parceiras de Textor para contornar o transfer ban da Fifa, relacionado à dívida com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada. O ano é visto como etapa de reestruturação.
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