Rio de Janeiro (RJ) – Em sua 12ª edição, o Rio Open volta a ser pauta pela possibilidade de troca de piso. João Fonseca, atual número 1 do Brasil e 33º do mundo, enfatizou a importância de, no futuro, migrar do saibro para o piso duro para sustentar o crescimento do torneio.
O prodígio de 19 anos, cabeça de chave 3, elogiou a organização do evento e o tratamento aos atletas, mas destacou que o circuito nacional tem maior predominância de quadras rápidas. Para ele, a mudança de piso seria um avanço estratégico para ampliar o apelo internacional.
Fonseca admitiu o interesse em disputar mais jogos no Brasil, citando a possibilidade de sediar a Copa Davis em setembro, se a cidade for a escolhida. O atleta também comentou a ausência contra o Canadá, ressaltando o orgulho de representar o país sempre que possível.
A estreia do jovem brasileiro no Rio Open seria contra um jogador vindo do quali, conforme a programação da primeira rodada. Ele ressaltou ainda o desejo de retornar à cidade natal para competir diante do público brasileiro.
Novo foco para o torneio
- A mudança de piso é vista como tema central para o desenvolvimento do Rio Open.
- Aposta em maior atratividade internacional depende de ajustes na infraestrutura de piso.
- A participação de Fonseca em eventos locais está ligada a oportunidades de representar o Brasil em competições oficiais.
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