Edson Bindilatti, piloto brasileiro de bobsled, segue ativo aos 46 anos para a sexta participação olímpica. A competição ocorre em Milão-Corteina, de 6 a 22 de fevereiro de 2026, com o Brasil buscando manter presença na modalidade após avanços recentes.
Aos olhos do público, ele já representa a história do Brasil no esporte. Em Salt Lake City 2002 e Turim 2006, o aprendizado foi básico; hoje o cenário progride com estrutura e conhecimento técnico que o time precisa dominar para competir em alto nível.
Apesar do salto técnico, a equipe brasileira continua dependente de automação e ajustes manuais. Em comparação com potências com mecânicos exclusivos, os brasileiros trabalham no polimento das lâminas e no regulamento dos trenós, cada detalhe sob supervisão da dupla de pilotos.
A mudança de planos para Milão-Corteina teve como motivação a nova exigência de classificação olímpica, que envolve resultados combinados no 2-man e no 4-man. Com a renovação de pilotos em curso, a experiência de Edson é vista como crucial para garantir a presença do Brasil.
Antes prevista para encerrar a carreira após Pequim 2022, Bindilatti voltou atrás após orientação da CBDG. A confederação avalia que manter o veterano ajuda a formar novos atletas, além de assegurar material competitivo, com lâminas e trenós adequados.
O atleta enfatiza que o objetivo é manter o nível competitivo e a estabilidade física e mental. Com o retorno, a expectativa é consolidar o time brasileiro e ampliar o aprendizado para a próxima geração de bobsledders.
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