Num debate em torno do Rio Open, cresce a discussão sobre a troca da superfície de saibro para cimento. O torneio, sediado no Jockey Club do Rio, busca ampliar o alcance e atrair nomes de alto nível, mantendo a tradição sul-americana do saibro. A mudança é apresentada como possibilidade para elevar o patamar do evento.
Historicamente um dos principais da região, o Rio Open convive com a concorrência de eventos na América do Norte e da América Latina. A troca de piso é citada como caminho para manter o draw competitivo, já que torneios vizinhos experimentaram melhorias ao adotar piso duro. A experiência de países vizinhos influencia o debate.
O torneio brasileiro já recebeu grandes nomes do circuito e tem como objetivo manter a atratividade para atletas de elite. O diretor do Rio Open, Lui Carvalho, participou de rodas de conversa em eventos internacionais, reforçando a busca por jogadores de ponta. A competição continua a buscar patrocínios e parceiros para fortalecer sua posição.
Contexto regional e perspectivas
A discussão envolve Brasil, Argentina e México, onde abolir o saibro já ocorreu em alguns torneios para alinhar o calendário com o circuito ATP 1000. A mudança é avaliada pela demanda de público e pela viabilidade econômica, sem consenso entre pilotos de torneio e agentes.
Para o Rio Open, a prioridade é manter a essência do saibro sul-americano, ao mesmo tempo avaliando oportunidades de evolução. O evento permanece focado em consolidar sua identidade, melhorar a infraestrutura e ampliar a participação de atletas de relevância mundial.
Entre na conversa da comunidade