A largada continua sendo ponto de atenção para a Fórmula 1 na temporada de 2026, com a introdução de novas unidades de potência e mudanças regulatórias que alteram o comportamento dos carros. As sessões de treino no Bahrein mostraram que os monopostos demoram a alcançar tração ideal, principalmente pela nova divisão de potência entre motor elétrico e motor a combustão.
A mudança de regras 2026 elimina o MGU-H, acelerando ajustes na gestão de energia durante as arrancadas. Sem esse componente, a resposta do carro em saída de curva ficou menos previsível, exigindo adaptação das equipes e dos pilotos. No paddock, as opiniões divergem sobre o impacto estratégico dessas alterações.
Max Verstappen tratou o tema com ironia, sugerindo que quem se preocupa pode largar do pit lane. Já Gabriel Bortoleto analisou o aspecto técnico, destacando que as ultrapassagens devem ficar mais desafiadoras, o que aumenta a importância de uma boa abertura de prova e da posição na primeira volta.
Contexto técnico
As novas unidades de potência 50% elétrica e 50% a combustão mudam a dinâmica de arrancadas e gestão de energia. A ausência do MGU-H reduz a capacidade de eliminar o turbo lag, exigindo leitura rápida dos sistemas de recuperação de energia e estratégias mais ajustadas pelas equipes.
Calendário e abertura da temporada
A temporada 2026 começa com o GP da Austrália, no dia 15 de março, no Circuito de Albert Park, em Melbourne. A largada está marcada para as 03h (horário de Brasília).
A transmissão ficará a cargo da Globo (canal aberto) e do Sportv (canal fechado), facilitando o acompanhamento das novas dinâmicas de corrida em todo o país.
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