Juan Román Riquelme, ídolo do Boca Juniors, ocupa a presidência do clube desde 2023 e enfrenta críticas pelo desempenho em campo, mesmo com avanços na estrutura do clube. A gestão, centrada em decisões do gabinete, não converteu títulos recentes em sucesso esportivo. A torcida observa resultados após anos de rivalidade e conquistas.
Durante o mandato, o Boca investiu em reformas no estádio Bombonera e no centro de treinamentos em Ezeiza, ampliando capacidade e infraestrutura. O projeto de ampliação da Bombonera visa levar a casa do clube de 58 mil para cerca de 80 mil lugares. Ao mesmo tempo, a base recebeu reforços para as categorias principais e de formação.
Na prática, o desempenho esportivo ficou abaixo das expectativas. A primeira temporada sem taças gerou cobranças sobre escolhas técnicas e contratações, com derrota em momentos decisivos e eliminação precursora em competições internacionais. Além disso, houve críticas à concentração de poder nas mãos de Riquelme, que acumula cargos.
Desempenho esportivo recente
- Em campo, o time ocupa posições intermediárias, com sinais de instabilidade nas decisões técnicas.
- No último ciclo, o Boca alternou técnicos e houve mudança de comando próximo ao Mundial de Clubes.
- A direção defende continuidade de projetos de longo prazo, mas a sequência de resultados fragiliza a leitura de gestão.
Estrutura e investimentos fora de campo
- As melhorias no estádio e no complexo de treinos fortalecem a base do clube.
- A formação de jogadores segue destacada, com a categoria de base registrando alto aproveitamento.
- Projetos sociais e médicos reforçam o compromisso com sócios e moradores de La Boca, mesmo diante das dificuldades no futebol de alto nível.
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