O grupo de conselheiros do São Paulo protocolou um documento ao presidente do Conselho Deliberativo para questionar o novo uniforme número 1 da equipe profissional masculina. O protocolo ocorreu nos últimos dias no clube.
Assinada por Caio Augusto de Moraes Forjaz, Fabio Giaconi de Brito Machado, José Alexandre Médicis da Silveira e Marcelo Marcucci Portugal Gouvêa, a queixa sustenta que as listras horizontais não estariam totalmente cobertas pelo emblema, conforme o Estatuto Social.
Os conselheiros ressaltam que o uniformezinho foi aprovado em 2025 pelas diretorias de Marketing e Jurídica, ainda na gestão anterior, mas o uso em jogo oficial foi autorizado pela diretoria eleita em 2026. Os cargos citados permanecem.
Além disso, o documento cita sindicância externa independente contratada para apurar a comercialização irregular do camarote 3A no show de Shakira, e aponta falhas no controle de acessos aos camarotes institucionais, conforme o Relatório CGC 001/25.
Com base no artigo 75 do Estatuto, os conselheiros pedem o desligamento por justa causa da diretora executiva jurídica Érica Duarte e do diretor executivo de marketing Eduardo Toni, caso haja violação estatutária. Também solicitam a identificação de todos os envolvidos na aprovação do uniforme.
Contexto estatutário e camisas
A polêmica envolve o cumprimento do estatuto, que estabelece que o uniforme principal deve ter listras cobertas integralmente pelo emblema. O modelo em uso é branco com faixa vermelha, branca e preta, segundo a norma interna.
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