Ao término da 12ª edição do Rio Open, o diretor do torneio, Lui Carvalho, concedeu a tradicional entrevista coletiva para balanço do evento. Ele apontou o equilíbrio entre desafios e accomplishments, destacando a competição no meio do Carnaval e a interrupção pela chuva na reta final, mas avaliou a edição de forma positiva.
Lui observou um início com desistências, mas ressaltou o recorde de brasileiros na chave e a organização para viabilizar a dobradinha entre Marcelo Melo e João Fonseca. O dirigente destacou que a conquista de Melo/Fonseca manteve a atenção do público, ao lado do título de Tomas Etcheverry, que lutou por quase seis horas para vencer no domingo.
Mudança de piso e ingressos
O diretor afirmou que a venda de ingressos ainda enfrenta gargalos, atribuídos a picos de acesso. Segundo ele, a plataforma atual recebe cerca de 200 mil acessos na venda anterior, o que excede a disponibilidade de bilhetes. A melhoria do sistema foi admitida como prioridade, sem confirmar mudança de plataforma.
Sobre a mudança de piso, Lui reiterou que a meta é avançar com a transição, reconhecendo que o processo é longo, político e depende de acordo com a ATP. Ele afirmou que a equipe trabalha para demonstrar ao ATP o potencial da América do Sul como mercado para o torneio.
Perspectivas para 2027 e elenco
O Rio Open manterá o saibro no Jockey Club Brasileiro em 2027, com planos para atrair nomes relevantes, ainda sem contratos vigentes. A ideia é analisar a temporada europeia de saibro para identificar possíveis participantes, sem prometer grandes astros do piso duro.
Lui comentou que a permanência de João Fonseca está confirmada para o próximo ano. Entre as possibilidades estariam nomes como Casper Ruud, Andrey Rublev e Holger Rune, com a Copa Davis sendo considerada como fator facilitador para a presença de bons jogadores na América do Sul.
Entre na conversa da comunidade