O esporte costuma mostrar que dez anos podem transformar crianças em ídolos. No último fim de semana, João Fonseca conquistou o Rio Open, simbolizando a trajetória de uma década de mudanças no cenário nacional. A homenagem aos 10 anos de 2016 serve de pano de fundo para entender o que mudou desde então.
Em 2016, jovens como Fonseca ainda treinavam para alcançar o topo, enquanto gigantes do esporte internacional viviam seus momentos de maior projeção. Djokovic, por exemplo, ampliava seu legado no tênis, apontando para uma era de domínio técnico que influenciou novos atletas no Brasil.
Trajetórias em contraste
Na NBA, Gui Santos atuava pela base do Minas Tênis Clube, com o sonho de chegar à liga. Menos de uma década depois, o jogador veste a camisa do Golden State Warriors e integra a seleção brasileira, consolidando o caminho de jovens promessas para o cenário internacional.
No UFC, Charles do Bronx vivia incertezas em 2016, lutando na categoria peso-pena. Em 2026, ele é reconhecido como um dos nomes mais marcantes do esporte, com histórico de finalizações que o coloca entre os grandes do octógono.
Amanda Nunes também atravessou mudanças profundas. Em 2016, ela se tornou a primeira brasileira campeã do UFC ao finalizar Miesha Tate. Meses depois, encerrou a era de Ronda Rousey com um nocaute rápido, consolidando-se como referência feminina.
Cenário atual e expectativas
Em 2023, Nunes se aposentou temporariamente, abrindo espaço para o que muitos chamam de nova geração. Em 2026, a chama de retorno agita o cenário internacional e inspira novas promessas do Brasil, que buscam manter a trilha de conquistas iniciada em 2016.
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