Diante da torcida, o Brasil chega ao Mundial de Skate em São Paulo com 34 atletas, buscando manter o status de potência. A seleção entra com favoritismo de Rayssa Leal no street e presença constante no topo do park, tanto no masculino quanto no feminino, mirando pontos na corrida olímpica.
Rayssa Leal, quarta no ranking após títulos recentes, lidera o time no street. Com 18 anos, a vitória no Super Crown e boa fase na SLS 2026 a consolidam como referência, mesmo já tendo sido campeã mundial em 2019. Sua presença eleva a expectativa nacional.
A delegação feminina reúne Pâmela Rosa, retornando após lesão no ombro; Gabi Mazetto, mais experiente aos 28 anos, e jovens promessas como Maria Lúcia e Duda Ribeiro, de 14 anos. No street masculino, o grupo traz Giovani Vianna, Kelvin Hoefler e Felipe Gustavo entre outros.
Park
Augusto Akio e Raicca Ventura chegam como vice-líderes mundiais, reforçando a força brasileira no skate park. No masculino, o time conta com cinco atletas entre os dez melhores, incluindo Pedro Barros, Luigi Cini, Gui Khury, Kalani Konig e Dan Sabino.
Entre as mulheres, Yndiara Asp, Dora Varella, Isadora Pacheco e Raicca Ventura lideram a disputa, buscando manter o domínio verde-amarelo no park. A equipe brasileira busca manter o troféu no masculino e no feminino.
Street
Entre os homens, Giovanni Vianna, Kelvin Hoefler e Felipe Gustavo aparecem como pilares, acompanhados por jovens como Filipe Mota e Matheus Mendes. No feminino, Rayssa Leal, Pâmela Rosa, Duda Ribeiro, Isabelly Ávila, Maria Lúcia e Gabriela Mazetto compõem o grupo principal.
A expectativa é de fortes disputas e resultados que pesem na corrida olímpica. A delegação busca manter a tradição de desempenho em provas de alto nível e consolidar novas expectativas para o skate brasileiro.
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