Bia Souza, atual campeã olímpica, afirma que não carrega o peso do ouro e mira 2028. Em entrevista, a atleta carioca destacou que a pressão vira combustível para evoluir e manter o topo no próximo ciclo.
Ela pretende transformar cada competição e treino em estudo específico sobre adversárias, sem entrar com a mentalidade de ser a “mulher a ser batida”. O foco é evoluir tecnicamente.
A francesa Romane Dicko, atual líder do ranking, foi citada como uma das grandes rivais. Dicko briga pelo ouro em Paris; Bia ressalta que cada luta exige ajuste de estratégia para cada adversária.
Preparação para 2028
Bia mantém agenda intensa com torneios nacionais e internacionais e prioriza o Mundial de Judô de 2026, em Viena, na Áustria, como referência para o ciclo olímpico.
A promessa é buscar a primeira medalha de ouro no Mundial, após prata em 2022 e bronzes em 2021 e 2023. A atleta reforça que o trabalho é construído passo a passo.
Entre na conversa da comunidade